| Curriculum Artísta |
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Ball Cans (a súa Historia)
Eram três, três ignorantes, mas atrevid@s e bem alimentad@s de confussom e desconcerto. Sem saber por qué, gritarom a um tempo umha mesma cançom que ninguém sabia: A RUMBA.. Quem a oia sentia sem compreender, dançava derramando esquecimento .
De ningures partirom a umha longa viagem que nada práctico lhes resolveria. Sofrerom um pequeno incidente, NOVE TIROS derom no branco e negro dos seus corpos, três a repartir entre três e sobrevivirom. Chegarom a MACEDÓNIA e atoparom exilio na sem terra onde ninguém se exilia de ensonho por nom poder fugir..
Alá aprenderom a história da LETANIA dos povos condenados à guerra sem fim. Nada puiderom facer agás escoitar, e acto seguido continuar a sua viagem à terra do lado.
A jornada terrível foi a quarta. Quando alguém, FEITO CO LATERAL, atacou às gentes ceibando enormes e feros cans, grossos como balóns que atacavam sem discernimento e impediam fugida ou acoche. @s quatro (incluso nasce gente, tal e como estám as cousas) vivimos em própria carne a verdade das histórias cantadas polo alento das nais esgotadas.
Esa noite ninguém durmiu, ninguém descansou..., ninguém sonhou coa parvada da paz entre irmaos cultivando tomates etc.. Tan só forom ENTRESONHOS.
Estávamos tam abraiad@s à amanhá seguite, que trocamos a alborada de durmir aquí pola ALBORRANA DE ACÓ SOBAR, cúmulo de lembranças arriostadas pola sem razóm, embisgadas de esperanças fedorentas.
Vários tempos mais tarde o cheiro da terra amosou-nos o seu nome original,, MAKEDONSKO, que significa “ensalada de froitas, proibidas ou nom”. E foi o froito da terra o que vimos danzar até a fartura. Éramos cinco, e deitámo-nos a digerir num campo de trebos. Já éramos sete. UM SETE DE TREBOS, - Vamos estar de sorte!, ninguém pensou.
É curioso, vivemos num mundo de contrastes. Mentres uns aprenderom a ganhar sem trabalhar jogando coa vida de ninguém, ninguém trabalha sem ganhar jogando mui a sério por um prato de... CUSCÚS TURIKA.
Bastante longe dalí nom há guerra, porque já está tudo conquistado. Tudo?, Nom! Ainda umha pequena aldeia se resiste a chatear em internet e a ver realitichous,; cháma-se PASO DOBRE DE FOLGOSO .
Três, outra vez três, mulheres despertáron-nos co seu canto. Era num idioma por ninguém conhecido, por isso perguntamos pola sua origem, em finés. E velaquí a história:
As três falavam um idioma que alguém reduciu a dialecto, logo aprenderom outro que alguém catalogou de arcaico, logo aprenderom utro e, quem o falavam forom exterminad@s, conseguindo elas fugir com mutas dificuldades. Isto foi a pedra que colmou o ril e decidirom emancipar-se de lingua, salvo excepçoes ( normalmente bem pagadas ). Elas responderom, por deferência a nós, em francés: Nous som FONEMANCIPEÉS. Já éramos dez.
Quase longe de alá, umha quarta mulher cum quarto homen viam a televissom. Tanta cor!, tanta maravilha! Era demasiado forte, chamarom a Lorenço e já éramos trece (demasiados ou demasiado poucos) a entrar e sair polas DOORS & WINDOWS.
Pola amanhá, alborranou nubento, ía frio e novamente a gente do lugar, que eram quatro, rompiam a viver com música e baile, como se nada tivesse passado. Facian-se chamar VODKA SKA DA QUARTET.
Já éramos seis mil milhoes contados grosso modo e fomos de compras porque, a verdade, e que nom há de desperdiciar um saldo tal e como estám as cousas!
Iso sim, a MUINHEIRA, IMPOSSÍVEL.. Tinha a farinha mais cara do mercado!.
Em fim, cinquenta momentos de singladura, dezaoito ratos de aventura, mil circunstâncias de dubidosa favorabilidade e aínda nom sabemos traducir a conocida expressom inglesa: MORE SOKOL PIE .Realmente, ninguém é suficiente para estar realmente informad@s do que passa no mundo.
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